Crédito consciente: ajude a [sua] economia pagando menos pelo crédito

Crédito consciente: ajude a [sua] economia pagando menos pelo crédito

Quanto maior é a taxa de juros, maior é a parte da sua renda que vai para o banco.

Ao contratar qualquer operação de crédito, destina-se parte da renda futura ao banco, ao agente financeiro que fez o empréstimo. No Brasil, as operações de crédito mais usadas são aquelas com altas taxas de juros. Logo, existe uma grande parte da renda dos brasileiros comprometida com o pagamento de dívidas. Cenário bem diferente dos países desenvolvidos, onde a oferta de créditos considerados saudáveis é maior.

Veja o caso dos Estados Unidos: o volume total de crédito disponível para pessoas físicas é 35 vezes maior do que no Brasil. Quando olhamos apenas para a oferta de crédito imobiliário, que tem taxa de juros reduzida, a diferença é gritante: a cada U$ 1 em crédito imobiliário disponível para o brasileiro, há U$ 76 para o americano. No entanto, a parte da renda dos brasileiros comprometida com o pagamento de dívidas é mais que o dobro da fatia que os americanos destinam para o mesmo fim.

O que isso nos mostra? Que um crédito saudável gera uma economia mais saudável. Não é a oferta de crédito que gera endividamento, e sim a contratação de créditos caros pelo consumidor, com juros altos e pouco prazo.

Com uma parte menor da renda reservada para os bancos, aumenta a parte a ser distribuída entre as demais despesas – ou investimentos, quem sabe? É mais dinheiro para capital de giro da empresa, para quitar outra dívida, mas também para você ter mais lazer, comprar algo, investir em uma viagem ou experiência.

Então, que tal importar estes hábitos de consumo mais consciente para o Brasil?

Compare o crédito na fintech e o crédito no banco tradicional

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