Crédito Rotativo: quer pagar quanto?

Crédito Rotativo: quer pagar quanto?

As regras do crédito rotativo mudaram, mas o consumidor continua pagando caro.

Em abril de 2017, o Banco Central acenou com uma boa notícia: proibiu os bancos de financiarem o rotativo do cartão de crédito – a linha de crédito com a taxa de juros mais elevada do mercado –, por mais de um mês. Desde então, o cliente que paga o mínimo e fica mais de 30 dias no crédito rotativo é encaminhado pelo banco a uma linha parcelada.

Era uma iniciativa para baixar juros e diminuir a inadimplência. Mas, passado um ano, houve um efeito colateral: a alternativa ao rotativo, o parcelamento, acabou ficando mais cara.

Juros do crédito rotativo caem, mas os do parcelamento sobem

Até então, todo mês, quem optasse por fazer o pagamento mínimo da fatura (ou qualquer outro valor que não fosse a fatura inteira) automaticamente caia no rotativo. E assim sucessivamente, passando a pagar, cada mês, mais juros.

Hoje, não é mais possível pagar o valor mínimo da fatura (15% do valor total) por vários meses seguidos. Se o saldo devedor não for quitado novamente pelo segundo mês consecutivo, o banco é obrigado a oferecer uma opção de parcelamento da dívida, com juros menores que o rotativo.

O objetivo da medida era reduzir os juros, evitando um grande endividamento. Só que, enquanto os juros do rotativo caíram, as taxas do parcelamento aumentaram.

Rotativo X Parcelamento

O crédito rotativo fechou 2017 com uma queda significativa: 169% em relação ao ano anterior. Já o crédito parcelado subiu de 153% para 169% neste período.

Em 2018 os juros continuaram a subir nas duas modalidades. Conforme última divulgação do Banco Central, no dia 26 de abril, os juros fecharam março em 334% no rotativo e 169% no parcelado – ligeira queda após atingir 174% em fevereiro.

2016

2017

2018

Rotativo

497% a.a

328% a.a

334% a.a

Parcelado

153% a.a

169% a.a

169% a.a

Crédito Saudável: troque os juros altos por baixos

Se todo mês falta dinheiro para pagar o valor integral da fatura, talvez seja a hora de considerar a contratação de um crédito saudável.

A melhor estratégia para as dívidas não virarem uma bola de neve é trocar todas as dívida caras por uma linha de crédito mais barata, como o Crédito com Garantia de Imóvel (CGI).

Troque o rotativo pelo Crédito com Garantia de Imóvel

Muito usado por quem busca quantias mais altas no CGI você coloca um imóvel como garantia para o empréstimo – na Bcredi, o valor do crédito pode ser de até 50% do valor do imóvel. Essa garantia ao banco se reverte a você na forma de juros bem mais baixos (a partir de 1,14% a.m.) e prazos maiores para pagamento (até 180 meses).

Os bancos tradicionais também costumam oferecer essa modalidade, mas preferem divulgar linhas de crédito com taxas mais altas (como o cartão de crédito ou o cheque especial), porque estas categorias representam mais lucro. Já numa fintech como a Bcredi, que alia o melhor da tecnologia com o objetivo de facilitar seu acesso ao crédito, você não só tem acesso a essa linha como pode fazer a solicitação e acompanhar todas as etapas do processo online, sem sair de casa!

Que tal consolidar suas dívidas e começar a pagar menos juros? Entre em nosso site e faça uma simulação.

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