1 a cada 5 usuários de cartão de crédito o utiliza como extensão do salário no final do mês

1 a cada 5 usuários de cartão de crédito o utiliza como extensão do salário no final do mês

Para pagar todas as contas do final do mês quando está faltando dinheiro, 20% dos usuários de cartão de crédito o utilizam como extensão do salário. O que parece ser uma solução pode se tornar uma armadilha: a falta de planejamento financeiro e as altas taxas de juros do cartão pode começar a bola de neve do endividamento.

As chances de você ter um cartão de crédito e usá-lo no seu dia a dia são bem grandes. Caso não tenha, com certeza você conhece alguém que tenha e utilize.

Uma pesquisa mostrou que um a cada cinco usuários usam o cartão como extensão do salário – ou seja, acabam recorrendo a esse tipo de crédito quando o salário do mês acaba. O estudo foi realizado pelo Serviço de Proteção ao Cliente (SPC) e da Confederação Nacional de Diretores Lojistas (CNDL).

Um dos principais problemas que surgem com essa extensão do salário por meio dessa forma de pagamento é justamente as chances de endividamento. Esse é um dos motivos que levam o cartão de crédito a ser uma das principais fontes de dívidas do brasileiro.

Mesmo com a mudança nas regras de juros para o rotativo do cartão, que tinham como intenção diminuir a inadimplência, alguns cuidados devem ser tomados para não cair nas armadilhas do cartão de crédito.

Existem pelo menos três principais motivos que levam os usuários a esticarem o salário com as dívidas no cartão de crédito. Saiba quais são e como evitar a situação:

Falta de planejamento

O primeiro passo recomendado por uma boa educação financeira é justamente o planejamento do orçamento. Sem ele, não existe controle de quanto dinheiro será necessário para pagar todas as contas. O resultado disso é certeiro: pode faltar dinheiro e então o cartão de crédito é visto como solução. Por isso, organizar as finanças pessoais é fundamental para saber quanto de dinheiro entra, quais são as contas do mês e quanto irá sobrar – ou faltar.

Para descomplicar essa tarefa tão importante para o seu planejamento financeiro, a Bcredi preparou uma planilha de orçamento pessoal para que você possa controlar melhor as suas finanças.

Opção mais prática

Solicitar um cartão de crédito não é algo difícil. Por isso, o número de usuários vive uma crescente constante. Mesmo que as pessoas não lembrem, o cartão de crédito é, de fato, uma linha de crédito – uma das mais utilizada pelos brasileiros, diga-se de passagem.

Como o banco ou a instituição financeira não têm uma garantia real de que a conta no final do mês será paga, as taxas de juros são muito altas. Isso agrava ainda mais a situação do endividamento: a média das taxas de juros dos cartões de crédito gira em torno de 17% ao mês. Ou seja, atrasar o pagamento da fatura vai jogar o valor da conta muito para cima.

Desconhecimento de alternativas

Já ouviu falar em consolidação das dívidas? É o termo usado quando um crédito é contratado por quem está com várias dívidas, e pagando cara por elas. Essa operação é recomendada para quem quer pagar menos, ao selecionar linhas de crédito que tenham taxas de juros mais baixas que o rotativo do cartão de crédito e o cheque especial, por exemplo.

O Crédito com Garantia de Imóvel, por exemplo, tem taxas de juros a partir de 1,09% ao mês – valores baixíssimos perto dos juros do cartão de crédito e até mesmo de outras linhas mais tradicionais. Compare as condições de pagamento e taxas de juros nesse infográfico preparado pela Bcredi.

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